Buscando a tão sonhada saída da zona, o Vitória foi até Curitiba para encarar o irregular Coxa. Mancini teve à disposição os onze atletas que derrotaram (com muito mérito) o então líder invicto Corinthians.
A equipe foi disposta num 4-2-3-1, com Ramon e Correia na faixa de volantes, na penúltima linha Neilton centralizado, David e Yago flutuando pelos cantos, fechando com Tréllez no ataque. A proposta foi basicamente a mesma da última partida, entregar a bola ao adversário e explorar os espaços cedidos através dos contra-ataques. Isso deu ao Leão algumas oportunidades de gol, o que tornaria a partida mais tranquila se houvesse mais precisão na hora de definir as jogadas.
No momento defensivo formou-se duas linhas com 4 jogadores. A equipe se posicionava basicamente atrás da linha da bola, pressionando em momentos específicos para explorar a frágil recomposição do Coritiba. O senso coletivo está mais apurado, fazendo com que menos erros individuais sejam preponderantes.
Mancini e seus comandados parecem ter encontrado a receita. Ingredientes para um time vertical, cirúrgico e com 72% de aproveitamento nas últimas seis partidas. Talvez isso explique o preocupante desempenho em casa (pior mandante), frente a quarta melhor pontuação fora dos seus domínios. O desafio fica para os dois próximos jogos no Manoel Barradas, onde naturalmente se deve propor o jogo e se expor mais. A equipe encontrou os caminhos, que venha a tranquilidade e uma distância cada vez maior do Z4.
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